terça-feira, abril 23, 2013
Velhinhos
Se algum dia eu ficar velhinho e a também já velha memória me falhar, peço que você me lembre, com calma e força, de tudo o que me fez te amar.
Ajude-me a lembrar das suas mãos, do seu sorriso, do seu carinho nas minhas costas. Repita como você dizia “meu lindo” e eu fingia que acreditava. Fale dos nossos sonhos, das nossas bobagens, dos apelidos tolos e de tudo o que aprendemos sem saber que aprendíamos um com o outro.
Conte tudo o que eu fazia pra te fazer feliz, tudo o que eu inventava pra te ver gargalhar, todas as viagens, todos os jantares, todas as manhãs.
Depois, quando eu tiver esquecido tudo de novo, venha amanhã, volte outra vez e me lembre novamente da vida que você me fez.
Direto na têmpora: Remember me - Cat Power
quinta-feira, abril 18, 2013
Homofobia, bullying e o que já fiz
Eu cresci homofóbico e eu cresci fazendo bullying. Naquela época era normal e pareceria até estranho não agir dessa forma.
A questão da homossexualidade era vista por mim e por quase todos os meus amigos como algo estranho. Ser chamado de "veado" competia com ser chamado de "filho da puta". As piadas com os gays estavam na televisão, vinham de nossos pais e colegas e, pra dizer a verdade, quase não conhecíamos homossexuais. Claro que havia, por exemplo, o cabelereiro gay, mas que tratávamos como uma excentricidade.
O tempo foi passando e eu comecei a conviver com homossexuais, primeiramente através da minha mãe, que tinha muito contato com gays. Aos poucos, muito lentamente, fui percebendo que essas não eram pessoas afetadas, sem profundidade, apenas personagens exóticos que circulavam enquanto nós vivíamos.
Comecei a notar que pagavam contas, batiam ponto, se decepcionavam, eram amigos, discordavam, concordavam, enfim, faziam tudo como eu.
A estranheza ia diminuindo, mas pra mim eles estavam bem como pessoas que eu encontrava de vez em quando. Eles lá e eu cá.
Só um bom tempo depois, quando comecei a ter amigos homossexuais e a realmente conviver com eles, é que percebi que a orientação sexual era como a cor do cabelo: não era credencial para mais nada a não ser a orientação sexual em si.
Existem gays e heteros chatos, negros e brancos engraçados, gordos e magros cruéis, altos e baixos com um coração de ouro. O que importa é a pessoa e não quem ela ama ou deixa de amar, com quem ela transa ou deixa de transar.
Ir contra esse direito da busca pela felicidade é ir contra o ser humano. É abrir espaço para que amanhã os perseguidos sejam os evangélicos ou os turcos ou os homens de cabelos cacheados.
Eu considero essa visão política e religiosa dos direitos dos homossexuais tão estúpida quanto era há alguns anos questionar, com base na religião e na política, o direito dos negros à liberdade e à igualdade. Mas ela existe e precisa ser combatida.
Eu, que durante muito tempo achei que não tinha problema criticar, menosprezar ou humilhar alguém por ser gay, estou aprendendo o quanto isso é idiota. Eu que achava que minhas piadas não feriam e que se ferissem, foda-se, penso um pouco mais antes de falar.
Ainda sou homofóbico em medidas que não percebo, racista em medidas que não percebo e faço bullying em medidas que não percebo. Se você procurar nas coisas que disse e fiz, certamente vai achar idiotices que me deixariam com vergonha e me colocariam ao lado de quem eu hoje sou contra.
Mas pelo menos agora tento ser consciente e pensar no outro ser humano que é tão sensível, falível, forte, estúpido e genial quanto eu e que simplesmente prefere fazer amor com alguém do mesmo sexo.
É que eu acho que a homofobia acaba primeiro na gente. E sei que ainda estou longe, mas não sigo mais de olhos fechados.
Direto na têmpora: FAT - Violent Femmes
A questão da homossexualidade era vista por mim e por quase todos os meus amigos como algo estranho. Ser chamado de "veado" competia com ser chamado de "filho da puta". As piadas com os gays estavam na televisão, vinham de nossos pais e colegas e, pra dizer a verdade, quase não conhecíamos homossexuais. Claro que havia, por exemplo, o cabelereiro gay, mas que tratávamos como uma excentricidade.
O tempo foi passando e eu comecei a conviver com homossexuais, primeiramente através da minha mãe, que tinha muito contato com gays. Aos poucos, muito lentamente, fui percebendo que essas não eram pessoas afetadas, sem profundidade, apenas personagens exóticos que circulavam enquanto nós vivíamos.
Comecei a notar que pagavam contas, batiam ponto, se decepcionavam, eram amigos, discordavam, concordavam, enfim, faziam tudo como eu.
A estranheza ia diminuindo, mas pra mim eles estavam bem como pessoas que eu encontrava de vez em quando. Eles lá e eu cá.
Só um bom tempo depois, quando comecei a ter amigos homossexuais e a realmente conviver com eles, é que percebi que a orientação sexual era como a cor do cabelo: não era credencial para mais nada a não ser a orientação sexual em si.
Existem gays e heteros chatos, negros e brancos engraçados, gordos e magros cruéis, altos e baixos com um coração de ouro. O que importa é a pessoa e não quem ela ama ou deixa de amar, com quem ela transa ou deixa de transar.
Ir contra esse direito da busca pela felicidade é ir contra o ser humano. É abrir espaço para que amanhã os perseguidos sejam os evangélicos ou os turcos ou os homens de cabelos cacheados.
Eu considero essa visão política e religiosa dos direitos dos homossexuais tão estúpida quanto era há alguns anos questionar, com base na religião e na política, o direito dos negros à liberdade e à igualdade. Mas ela existe e precisa ser combatida.
Eu, que durante muito tempo achei que não tinha problema criticar, menosprezar ou humilhar alguém por ser gay, estou aprendendo o quanto isso é idiota. Eu que achava que minhas piadas não feriam e que se ferissem, foda-se, penso um pouco mais antes de falar.
Ainda sou homofóbico em medidas que não percebo, racista em medidas que não percebo e faço bullying em medidas que não percebo. Se você procurar nas coisas que disse e fiz, certamente vai achar idiotices que me deixariam com vergonha e me colocariam ao lado de quem eu hoje sou contra.
Mas pelo menos agora tento ser consciente e pensar no outro ser humano que é tão sensível, falível, forte, estúpido e genial quanto eu e que simplesmente prefere fazer amor com alguém do mesmo sexo.
É que eu acho que a homofobia acaba primeiro na gente. E sei que ainda estou longe, mas não sigo mais de olhos fechados.
Direto na têmpora: FAT - Violent Femmes
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quinta-feira, março 28, 2013
Minha opinião sobre o estágio
Acho que fazer estágio é algo muito diferente hoje do que era na minha época.
Antes de mais nada, ninguém fazia estágio para pagar faculdade. O nome disso era emprego, estágio era outra coisa.
Estágio era pra aprender, pra entrar no mercado, para conhecer os feras. Eu fiz estágio na SMPB com Geraldo Leite, Marcos Camargos Aderbal Teixeira Rocha Jr, Roberto Boca, Ricardo Carvalho, Amaury Vieira Silva e, se me lembro bem, recebi meio salário pra isso. Vou te falar, foi fundamental.
Se eu fosse estudante hoje, aceitaria alegremente meio salário mínimo para fazer estágio com profissionais como Márcia Lima, Cris Cortez, Dan Zecchinelli, Guilherme Araujo e tantos outros.
Claro que o estagiário precisa de uma remuneração digna, mas outro dia eu vi gente reclamando de salário de R$ 1.500,00 para estagiários. Será que é isso mesmo? Mil e quinhentos reais (recebido, não pago) é pouco para quem está estudando fazer um período de aula prática tão importante?
Peraí. É claro que o estagiário contribui com a agência e merece ser recompensado, mas ele está ali pra conhecer, pra ganhar experiência e se formar.
Eu tive estagiários que hoje são profissionais fodaços. Gente como Laura Esteves e André Maia que sempre se importaram mais em crescer do que em fazer o pé de meia enquanto estagiavam.
O resultado aparece depois, quando entram pro mercado e juntam o talento que já têm com a experiência que ganharam. Aí eles arrebentam e ninguém segura.
Mas isso não foi um presente, foi uma vitória. E eles souberam a hora de ouvir, a hora de contribuir e a hora de assumir o show.
Admiro muito gente assim, que entende bem que para poder voar, é preciso primeiro aprender a caminhar.
De novo, sou totalmente a favor de uma remuneração digna para os estagiários, mas acho que muita gente ainda precisa entender que o reconhecimento é uma conquista, não um direito divino. E que poder aprender com quem sabe é uma puta oportunidade.
Direto na têmpora: Amongst the dead forever - Kult Country
Antes de mais nada, ninguém fazia estágio para pagar faculdade. O nome disso era emprego, estágio era outra coisa.
Estágio era pra aprender, pra entrar no mercado, para conhecer os feras. Eu fiz estágio na SMPB com Geraldo Leite, Marcos Camargos Aderbal Teixeira Rocha Jr, Roberto Boca, Ricardo Carvalho, Amaury Vieira Silva e, se me lembro bem, recebi meio salário pra isso. Vou te falar, foi fundamental.
Se eu fosse estudante hoje, aceitaria alegremente meio salário mínimo para fazer estágio com profissionais como Márcia Lima, Cris Cortez, Dan Zecchinelli, Guilherme Araujo e tantos outros.
Claro que o estagiário precisa de uma remuneração digna, mas outro dia eu vi gente reclamando de salário de R$ 1.500,00 para estagiários. Será que é isso mesmo? Mil e quinhentos reais (recebido, não pago) é pouco para quem está estudando fazer um período de aula prática tão importante?
Peraí. É claro que o estagiário contribui com a agência e merece ser recompensado, mas ele está ali pra conhecer, pra ganhar experiência e se formar.
Eu tive estagiários que hoje são profissionais fodaços. Gente como Laura Esteves e André Maia que sempre se importaram mais em crescer do que em fazer o pé de meia enquanto estagiavam.
O resultado aparece depois, quando entram pro mercado e juntam o talento que já têm com a experiência que ganharam. Aí eles arrebentam e ninguém segura.
Mas isso não foi um presente, foi uma vitória. E eles souberam a hora de ouvir, a hora de contribuir e a hora de assumir o show.
Admiro muito gente assim, que entende bem que para poder voar, é preciso primeiro aprender a caminhar.
De novo, sou totalmente a favor de uma remuneração digna para os estagiários, mas acho que muita gente ainda precisa entender que o reconhecimento é uma conquista, não um direito divino. E que poder aprender com quem sabe é uma puta oportunidade.
Direto na têmpora: Amongst the dead forever - Kult Country
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quinta-feira, fevereiro 07, 2013
Manuais de amar
Certa
vez eu participei de uma palestra com um respeitado escritor mineiro
que alertava sobre a necessidade de suar e ralar muito para escrever boa
literatura.
Ao final do discurso ele ainda advertia: desconfie
dos escritores que dizem ser inspirados, pois um livro deve ser fruto
de esforço.
Eu, como alguém que tem uma sabida implicância com
as normas, padrões e fórmulas, tive um pequeno derrame ao ouvir a
sentença. Então quer dizer que a qualidade da obra é medida menos pela
obra em si e mais pelo processo de criação?
Se descobríssemos amanhã que Fernando Pessoa escrevia sem esforço isso
faria dele um merda? Se Picasso pintasse sem sofrer ele seria um
embuste? Se um conto de Guimarães Rosa saísse em uma sentada isso seria
picaretagem?
Achei e ainda acho o argumento do autor mineiro
extremamente reducionista, tolo e claramente usado para defender uma
visão própria e fechada da produção literária.
A mim, como
leitor, importa o resultado. Mil vezes um livro delicioso escrito em um
final de semana do que um fardo pouco criativo que levou anos para ficar
pronto.
Já como autor, também pouco me importa se a ideia vem
pronta ou se preciso extraí-la a fórceps. Basta que ao ler o fruto do
trabalho eu possa dizer a mim mesmo que aquilo ficou bom e que teria
orgulho de mostrar aos outros.
O resto é coisa de quem quer inventar manuais até para se amar.
Direto na têmpora: Time for heroes - The Libertines
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quinta-feira, janeiro 17, 2013
É bom até que não é mais
Tem uma música da Regina Spektor chamada "On The Radio" que em determinado momento diz assim:
"This is how it works
You're young until you're not
You love until you don't
You try until you can't
You laugh until you cry
You cry until you laugh
And everyone must breathe
Until their dying breath"
Eu acho essa letra linda porque na vida tudo é quase sempre assim: muito bom até que não é mais. O tempo passa, o mundo muda, a gente também. O genial vira bobo, o apaixonante vira chato, o engraçadíssimo vira comum e a gente segue em frente sem ter a obrigação de gostar pra sempre do que já gostou um dia.
Não é falta de esforço, não é desistir das coisas, é simplesmente entender que imobilidade não é exatamente uma qualidade. Pelo menos não na maioria dos casos.
Claro que não vale pra tudo, mas vale muito pra empresas. O que era lindo ontem é comum hoje. O que era fundamental é desnecessário, o que era uma fórmula vira uma bobagem.
Porque o tempo passou, o mundo mudou e tem gente que n ão quer ver, não quer entender que "you try until you can't". Simples assim.
Não é ingratidão com o passado, com o vivido, com o caminho trilhado. É saber que tudo tem seu tempo e que evoluir é o exercício de reconhecer e escolher caminhos novos.
E que tudo aquilo que funcionava muito bem um dia pode deixar de funcionar.
Direto na têmpora: Monsterpussy - The Vaselines
"This is how it works
You're young until you're not
You love until you don't
You try until you can't
You laugh until you cry
You cry until you laugh
And everyone must breathe
Until their dying breath"
Eu acho essa letra linda porque na vida tudo é quase sempre assim: muito bom até que não é mais. O tempo passa, o mundo muda, a gente também. O genial vira bobo, o apaixonante vira chato, o engraçadíssimo vira comum e a gente segue em frente sem ter a obrigação de gostar pra sempre do que já gostou um dia.
Não é falta de esforço, não é desistir das coisas, é simplesmente entender que imobilidade não é exatamente uma qualidade. Pelo menos não na maioria dos casos.
Claro que não vale pra tudo, mas vale muito pra empresas. O que era lindo ontem é comum hoje. O que era fundamental é desnecessário, o que era uma fórmula vira uma bobagem.
Porque o tempo passou, o mundo mudou e tem gente que n ão quer ver, não quer entender que "you try until you can't". Simples assim.
Não é ingratidão com o passado, com o vivido, com o caminho trilhado. É saber que tudo tem seu tempo e que evoluir é o exercício de reconhecer e escolher caminhos novos.
E que tudo aquilo que funcionava muito bem um dia pode deixar de funcionar.
Direto na têmpora: Monsterpussy - The Vaselines
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sexta-feira, dezembro 14, 2012
Rejeição no Facebook
Amiguinhos, trago más (ou boas) notícias: o Facebook não representa a verdade absoluta. É um nicho, um espaço de opinião importante, mas também um lugar para muita gente que replica textos ou conteúdos sem que isso reflita suas atitudes ou visões de mundo.
E para fazer isso de uma maneira apartidária e não ideológica, vou citar dois exemplos em lados opostos do campo político: Marcio Lacerda e Dilma.
Nos meses antes da eleição, ninguém foi tão repudiado no Facebook quanto Marcio Lacerda. Um fato que parece ter representado pouco quando o prefeito foi reeleito com relativa tranquilidade no primeiro turno.
Atualmente, minha timeline parece uma sessão de descarrego contra a Dilma. Ainda assim, a última pesquisa dá números recordes de aprovação popular com 78% de "curtir" para seu desempenho pessoal e 62% para o de seu governo.
O que isso quer dizer? Que existe outro mundo fora do Facebook e que pode ser muito bom olhar pra ele antes de se convencer de tantas verdades postadas ali diariamente.
Nenhuma novidade, eu sei, mas é sempre bom lembrar.
Direto na têmpora: When I'm with you - Best Coast
E para fazer isso de uma maneira apartidária e não ideológica, vou citar dois exemplos em lados opostos do campo político: Marcio Lacerda e Dilma.
Nos meses antes da eleição, ninguém foi tão repudiado no Facebook quanto Marcio Lacerda. Um fato que parece ter representado pouco quando o prefeito foi reeleito com relativa tranquilidade no primeiro turno.
Atualmente, minha timeline parece uma sessão de descarrego contra a Dilma. Ainda assim, a última pesquisa dá números recordes de aprovação popular com 78% de "curtir" para seu desempenho pessoal e 62% para o de seu governo.
O que isso quer dizer? Que existe outro mundo fora do Facebook e que pode ser muito bom olhar pra ele antes de se convencer de tantas verdades postadas ali diariamente.
Nenhuma novidade, eu sei, mas é sempre bom lembrar.
Direto na têmpora: When I'm with you - Best Coast
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terça-feira, dezembro 11, 2012
Biblioteca solidária max ultra giga tera plus
Jingle bells vai, jingle bells vem e olha aí a Biblioteca Solidária do tio Maurilo.
Como sempre, vendo os livros que já li ao preço de dois panetones e depois dôo tudo para as crianças da creche Morada Nova, no morro do Papagaio.
E como agora várias pessoas ajudaram cedendo seus livros, o acervo aumentou e o estilo das obras ficou mais variado.
São só 10 reais para qualquer livro, hein?
Quem mandar primeiro o email para mauriloandreas@gmail.com garante o livro. É só pelo email pra evitar confusão: Facebook, blog ou twitter não vale.
Participem, divulguem e façam boas compras. Muito obrigado!
Como sempre, vendo os livros que já li ao preço de dois panetones e depois dôo tudo para as crianças da creche Morada Nova, no morro do Papagaio.
E como agora várias pessoas ajudaram cedendo seus livros, o acervo aumentou e o estilo das obras ficou mais variado.
São só 10 reais para qualquer livro, hein?
Quem mandar primeiro o email para mauriloandreas@gmail.com garante o livro. É só pelo email pra evitar confusão: Facebook, blog ou twitter não vale.
Participem, divulguem e façam boas compras. Muito obrigado!
A batalha da noite anterior – Javert Denilson
A condenação da Emília - Ilan Brenman
A lei da atração – Michael J. Losier
A Necessary Spectacle (ING) - Selena Roberts
A semente da vitória – Nuno Cobra
A vida em família – Rodolfo Calligaris
A vida escreve – Chico Xavier
Aconteceu na casa espírita – Emanuel Cristiano
Alegria e triunfo – Lourenço Prado
Além da trilha menos percorrida – M. Scott Peck
Anotações de Servidor – Wagner Gomes da Paixão
Apocalipse – Robson Pinheiro Santos
As mais belas orações dos nossos corações – Marília Borges
As obsessões e o espiritismo - Wagner Gomes da Paixão
Aspectos psicológicos da adoção – Lidia Natalia D. Weber
Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho – Chico Xavier
Canção da natureza – João Nunes Maia
Carta a El-Rei D. Manuel sobre o achamento do Brasil – Pero
Vaz de Caminha
Comunicação global – Lair Ribeiro
Cromoterapia – Reuben Amber
De Boca-de-Bode a Gourmet – Lesley Scarioli
Elucidações evangélicas – Antônio Luiz Sayão
Em espírito e verdade – Wagner Gomes da Paixão
Encontro no Ideal - Wagner Gomes da Paixão
Entre a sombra e a luz – Carlos A. Baccelli e Paulino Garcia
Eu, sua mãe – Christiane Collange
Eu te busco – Irene Pacheco Machado
Finanças corporativas – Alexandre Galvão e outros autores
Flor da morte - Henriqueta Lisboa
Flores no pote – Antônio Souza
Hamlet e Macbeth nasceram em Muriaé – Remo Mannarino
Homens que odeiam suas mulheres e as mulheres que os amam –
Susan Forward
Jesus perante a cristandade – Frederico Pereira da Silva
Júnior
Jesus terapeuta (vol. 2) – Cláudio Fajardo
Laços de ternura – Lidia Natalia D. Weber
Lídia – José Suriñach
Luz imperecível – União Espírita Mineira
Marte e Vênus recomeçando – John Gray
Médiuns – João Nunes Maia
Mentes perigosas - Ana Beatriz Barbosa Silva
Mentes perigosas - Ana Beatriz Barbosa Silva
Mercados financeiros – Virgínia Oliveira e outros autores
Minha formação - Joaquim Nabuco
Mulher, o negro do mundo – Malcolm Montgomery
Na sombra e na luz – Zilda Gama
O Aleijadinho – Delson Golçalves Ferreira
O alquimista – Paulo Coelho
O evangelho redivivo - Wagner Gomes da Paixão
O homem integral – Divaldo Pereira Franco
O jugo leve – Carlos A. Baccelli e Inácio Ferreira
O livro da bruxa – Roberto Lopes
O mais importante é o amor – Liga Bíblica Mundial
O ministro Che Guevara – Tirso W. Saenz
O pai Goriot - Honoré de Balzac
O poder do Agora – Eckhart Tolle
O presente precioso – Dr. Spencer Johnson
O que é fenômeno mediúnico – Hermínio C. Miranda
O santo inquérito – Dias Gomes
O segredo – Rhonda Byrne
O sucesso é ser feliz - Roberto Shinyashiki
O treco - Artur Eduardo Souza
O vendedor de sonhos – Augusto Cury
O Zahir – Paulo Coelho
Onze minutos – Paulo Coelho
Opções reais – Haroldo Guimarães Brasil e outros autores
Os caminhos do amor e do desamor – José Fonseca Duarte
Os delírios de consumo de Becky Bloom – Sophie Kinsella
Os segredos do seu supra mental – Adelino da Rosa
Poesia a destempo – José Alcino Bicalho
Ponte das lembranças – Eliana Machado Coelho
Presente do mar – Anne Morrow Lindbergh
Prosperidade – Lair Ribeiro
Rituais - Cees Nooteboom
Rituais - Cees Nooteboom
Trilha menos percorrida – M. Scott Peck
Tua casa – João Nunes Maia
Um amor na eternidade – Ivan Jubert Guimarães
Vila dos Confins – Mário Palmério
Direto na têmpora: 1997 - Saint Motel
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